Abre! Abra as portas que conectam à Runeterra! Ah? Caranguejo de rio? Abra! Abra as portas que conectam à Runeterra! Ah? Três lobos? Depois não vai ser... afinal, é mesmo Seis Pássaros... Vou ter que mudar meu nome de Rod para Aiwong? Quem é que o monstro da selva consegue vencer? Não, os monstros da selva também devem ter alguém para lutar! Vou invocar o Pequeno Dragão! Vou invocar o Dragão Ancião! Vou invocar o Barão Nashor!
A cabeça latejava e tanto os braços quanto as coxas doíam, como se tivesse sido atropelado por um caminhão. Ele ainda se lembrava de ter sido atacado por uma fera, mas parecia que ainda não tinha sido devorado. Rod abriu os olhos, mas não viu um teto estranho acima de si. A luz do sol era forte e ele instintivamente apertou os olhos, tentando levantar a mão para proteger-se do brilho.
De repente, alguém puxou cuidadosamente as cortinas, tornando a luz mais suportável para Rod.
— Pelo tempo, já devia estar acordando — disse uma voz feminina, rouca pelo tempo.
Ele ouviu pessoas conversando, mas não entendeu nada. Não era chinês, nem sequer mandarim. Tampouco parecia inglês ou qualquer outro idioma familiar. Rod virou levemente a cabeça e viu, perto da janela, uma senhora de cabelos rosa, envolta em uma capa vermelha de corte exótico. Devia ter sido ela quem falara.
— Como se sente? — perguntou uma voz masculina, cheia de gentileza, vinda do outro lado. Rod viu um ancião de chapéu de bobo sentado de pernas cruzadas numa cadeira ao lado da cama.
Obviamente, Rod também não entendeu essa frase.
A garganta de Rod estava seca. Esforçando-se, perguntou:
— Onde estou?
Os dois idosos se entreolharam, confusos, sem entender o que Rod dizia.
Tentando outra vez, ele arriscou:
— Where is this? Who are you? Hm... onde estou?
O olhar dos dois apenas se tornava mais perplexo. Rod percebeu que estava em apuros: o mandarim não funcionava, o inglês tampouco, nem mesmo o cantonês improvisado. O que faria agora?
O velhinho