Uma livraria que apenas abre suas portas nas profundezas da noite dá-lhe as boas-vindas à sua visita. ———————— Grupo dos Timoneiros: 587980337 (verificação do valor de fãs necessária para entrada) Grupo de Investida: 584799103 (entrada livre, sem verificação) Grupo de Combate: 457654443 (entrada livre, sem verificação)
Ergueu um punhado de água e bateu no próprio rosto. Zhou Ze ergueu lentamente a cabeça e contemplou sua imagem no espelho: exibia um semblante algo abatido—mas, afinal, para um médico do pronto-socorro, o cansaço era quase uniforme, um adereço habitual.
—Doutor Zhou, chegou um novo paciente. Parece que caiu do andar de cima, não se sabe ao certo se foi suicídio!—gritou a enfermeira Wang Ya, postada à porta do banheiro masculino.
—Entendido, já estou indo—respondeu Zhou Ze, enxugando as gotas d’água do rosto com um lenço de papel antes de sair.
A ambulância não tardou a adentrar o hospital. Sobre a maca, jazia um ancião em trajes cinzentos de estilo tradicional chinês. Tossia incessantemente, expelindo não apenas sangue, mas também fragmentos de órgãos internos; seu corpo, da cabeça aos pés, estava manchado de sangue.
Zhou Ze correu de imediato, empurrando a maca enquanto avaliava o estado do ferido, ao mesmo tempo que bradava para os à frente:
—Preparem os instrumentos cirúrgicos, depressa!
A situação do paciente era desesperadora.
—Eu... eu... não quero morrer...
O velho mantinha os olhos abertos, fitando Zhou Ze, que estava mais próximo de si.
—Fique tranquilo, não vai acontecer nada. Nós vamos ajudá-lo, você não vai morrer—consolou-o Zhou Ze.
A maioria dos pacientes em estado crítico pronunciava tais palavras nesse momento. Poucos eram aqueles capazes de encarar a morte com serenidade genuína. Ao médico, não cabia, nesse instante, destrinchar probabilidades nem revelar incertezas; o que o paciente ansiava, na