A Sombra do Espaço Profundo

A Sombra do Espaço Profundo

Autor: Corte Real Falsa

Este é um tempo em que heróis se erguem aos montes! Um tempo em que a morte e a esperança coexistem! Uma era marcada pelo choque entre a antiga ordem e o ardor da nova civilização! A federação decadente, o império fervoroso, o poder teocrático obstinado, e as raças exóticas que se agitam nas sombras — que tipo de epopeia grandiosa será composta por todos eles?

A Sombra do Espaço Profundo

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Capítulo Primeiro: À Beira do Abismo

Escuridão.

Profunda, insondável, sem fundo, sem um fiapo de luz.

Neste negrume interminável, uma sensação dolorosa de sufocamento irrompia, acompanhada por uma vertigem de queda que se avolumava incessantemente, impossível de resistir.

Quão desesperadora, impotente e atroz era tal sensação.

Foi então que, nas profundezas sombrias ao longe, surgiu um tênue raio de luz.

Uma luz etérea, que de um fulgor difuso se expandia pouco a pouco, tornando-se gradualmente nítida, até que todo o mundo se viu recoberto de cor.

No instante em que as cores se fixaram, um par de olhos se abriu.

Paredes antigas apareceram diante do olhar, enquanto a sensação sufocante e a dor latejante ainda dominavam o cérebro.

Com extrema dificuldade, ele ergueu a cabeça; de soslaio, divisou uma corda tensa pendurada—imediatamente, o objeto lhe saltou aos olhos.

Pôde então ver um jovem, trajando uniforme escolar azul e branco, suspenso pela corda; todo o rosto já assumia um tom arroxeado.

“Ah!”

O jovem arregalou os olhos, debatendo-se desesperadamente; sem entender o que se passava, sabia apenas que não desejava morrer enforcado.

Creeeek—

A corda balançava loucamente com a luta frenética do rapaz.

Infelizmente, tudo parecia em vão: a corda se aprofundava cada vez mais na carne do pescoço, e o sufocamento intenso fazia com que os olhos do jovem se revirassem.

Porém, quando ele estava prestes a sucumbir—

Crack!

O teto de armação metálica, envelhecido, desabou com estrondo.

Bum!

O jovem despencou

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