Mesmo um homem humilde pode alcançar grandes feitos! Como um peão que cruza o rio, só conhece o avanço, jamais a retirada! Com uma espada em punho, forja outra vez a glória!
O universo é vasto e majestoso, profundo e insondável, imutável desde tempos imemoriais.
Certa feita, uma luz desceu dos céus diáfanos, e ao atravessar as trinta e seis esferas celestiais, fragmentou-se em incontáveis feixes de brilho, grandes e pequenos, que se dispersaram por todos os confins do universo!
"O destino está em desintegração; é preciso reunir o que se dispersa, caso contrário o caos se instalará no mundo dos mortais e será impossível restaurar a ordem!" Assim proclamava uma consciência que transmitia sua mensagem.
Inúmeros feixes de luz do destino foram interceptados, detidos por forças igualmente grandiosas, manifestações do Dao supremo. As maiores dessas luzes foram barradas primeiro, sucessivamente seguidas pelas menores—uma verdadeira disputa entre princípios primordiais!
Ainda assim, um número diminuto e ínfimo de fios do destino logrou escapar. Entre eles, um era tão fraco que sua própria existência vacilava à beira da extinção—mas encontrou outro receptáculo: uma alma errante a vagar pelo universo. Uniram-se, e juntos, desapareceram nas vastidões cósmicas...
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Pucheng era uma cidadezinha de terceira categoria no reino de Zhaoye—sem economia, sem status, sem renome, sem história; tal como uma mulher sem curvas, absolutamente comum, destituída de presença entre os muitos agrupamentos urbanos vizinhos.
Essa característica se tornava ainda mais notória em longas viagens: Pucheng era sempre um nome de passagem, jamais um destino final.
Por mais ordinária que fosse, a cidade possuía tudo o que se