No mundo paralelo, uma infinidade de raças invade. Neste tempo, todos lutam com bravura. Rong Boyang chega de outro universo, surpreendido ao adquirir o sistema de jogos de sua infância. As raças destroem minha fonte de energia? Então criarei uma nova! As raças rompem minha defesa? Forjarei uma muralha de aço intransponível! No solo da China, não se cede um só palmo!
"Quando criaturas estranhas dominam, não se pode recuar!"
"O sangue indomável da China jamais se extinguiu!"
Mensagens como essas ecoavam por todos os cantos do Colégio Fantasia do Norte, repetindo-se sem cessar. Até mesmo os monitores do refeitório exibiam incessantemente notícias vindas da linha de frente.
"Parece que a guerra está entrando num estágio fervoroso."
"Pois é, será que este ano a Zona de Combate do Sul do Rio Yangtzé terá novos despertares?"
"Já decidi, quando me formar este ano vou me alistar!"
"Será que passo no exame médico? E se eu me tornar um desperto..."
Os estudantes, enquanto almoçavam, pararam diante das notícias que rolavam, iniciando discussões animadas. Para eles, servir à pátria era um dever inadiável. Especialmente em tempos tão difíceis, cada filho da China sentia o coração pulsar pelo país. Comer era secundário.
Ruidos leves — sussurros —
No entanto, um som diferente ressoou entre os presentes. Todos se voltaram e viram, num canto do refeitório, um estudante de aparência frágil devorando seu prato com voracidade, como se fosse um faminto renascido, engolindo tudo em volta.
"O que ele está fazendo..."
"Se não tivesse passado três ou quatro dias sem comer, não estaria assim."
Os alunos ficaram boquiabertos. Nunca haviam visto alguém devorar toda a comida com tamanha fúria.
"Hmpf, não passa de um saco de arroz."
"Em tempos de crise nacional, ainda consegue comer!"
Entre eles, surgiam come