Li Jiaxuan atravessou para um continente onde, para sobreviver, todos precisam depender da transmigração, e até mesmo as aulas da escola são preparatórias para isso antes de partir. Em torno dele, os colegas e professores não são pessoas comuns: ou são imortais celestiais retornados, grandes monges virtuosos ou até mesmo deuses dos mechas. Mas Li Jiaxuan falhou no teste de transmigração do ensino médio do 3.º ano e não conseguiu obter a qualificação para isso. Depois de sofrer um ataque de bestas demoníacas, ele usou seu conhecimento para conquistar o reconhecimento do “shen shi” do professor veterano da linha de Apoio, recebeu um artefato de apoio e consolidou sua posição na área de Apoio. Justo quando Li Jiaxuan começou a ser aclamado por todos, a outra ponta do mundo já passava por mudanças malignas e silenciosas. Fique de olho em como o mentor da linha de Apoio, Li Jiaxuan, abrirá seu próprio caminho nesse mundo tomado por bestas demoníacas e cheio de artes heterodoxas.
Manhã cedo, na cidade de Donghai, no condomínio Jardim do Mar.
Li Jiaxuan estava encostado na cabeceira da cama, perdido em pensamentos há uma hora.
Da sala, vinham vagos sons de discussão entre seus pais.
— Está assim e ainda fica deitado até tarde? Vou levantá-lo — disse o pai, visivelmente irritado com a preguiça do filho.
— Ele mesmo não está se sentindo bem, vá comer algo e vá trabalhar logo — respondeu a mãe, como sempre, demonstrando um amor terno pelo filho, sua voz carregava uma mistura de tristeza e alívio, um sentimento complexo.
— E o que será dele daqui para frente? Um homem grande que passou a vida toda dependendo da proteção dos outros? — o pai deixava transparecer toda sua ansiedade.
— Você não pode dizer menos? Ele não é o único assim! — a mãe tentava acalmar tanto a si mesma quanto o marido.
Pouco tempo depois, ouviu-se o som da porta abrindo e fechando; provavelmente o pai havia feito a mãe empurrar o filho para fora de casa.
Li Jiaxuan suspirou aliviado, finalmente as memórias se integravam, e ele compreendeu o motivo da raiva do pai.
Era simples: esse estudante brilhante havia falhado no exame nacional de ingresso à universidade.
Ele não culpava o pai, na verdade, sentia-se até sortudo por o pai ter segurado a raiva; se fosse pelo temperamento explosivo habitual, provavelmente teria sido espancado até não conseguir se cuidar.
Ao olhar para o celular ao lado, viu que havia um aplicativo do fórum da escola. Seus olhos brilharam.
Decidiu postar uma mensagem p