O entregador Ye Chen entrou numa confusão de “fofoca de novela” e acabou ficando no meio da lama; não bastou ter perdido seu primeiro beijo, ele ainda levou piadas na cara. Foi então que despertou o **Sistema Deus do Amor e do Magnata**. “Consumir com uma deusa de beleza acima de 90 pontos dá retorno cem vezes?” “O quê? Você disse que me ama? Desculpa, eu só quero ganhar dinheiro!” “O quê? Você disse que desenvolveu sentimentos por mim? Se continuar com isso, não vou mais gastar com você, viu?” Frase marcante de Ye Chen: “Mulher só atrapalha a velocidade com que eu ganho dinheiro; aqui, no meu caso, não se fala de sentimentos.” Anos depois, numa entrevista, a repórter perguntou: “Sr. Ye, por que o senhor não se casou?” Ye Chen respondeu: “Casar? Casar com quem? Você não viu quantas namoradas eu já tive? Com quem eu iria me casar?”
Avenida Hua Rong.
Ye Chen acompanhava com interesse o grupo de curiosos que assistiam ao espetáculo da vez. À frente, era evidente que um jovem casal estava em meio a uma crise de separação.
Era impossível não notar a beleza da moça: vestida com roupas esportivas que realçavam suas curvas bem definidas, seus cabelos longos bailavam ao vento sobre o pescoço alvo.
Quem diria que, durante o intervalo das entregas, ele se depararia com uma cena dessas? Certamente, um toque especial para a rotina.
— Lin Zihan, já chega! Só porque eu não quis comprar mais uma bolsa pra você? — exclamou o rapaz, irritado. — Pensa bem, quantas bolsas eu já te comprei só neste mês!
Ao redor, os curiosos começaram a comentar.
— Então foi por causa de uma bolsa! — murmurou alguém.
— As mulheres hoje em dia são muito materialistas — criticou outro.
Mas logo uma voz feminina contestou entre a multidão:
— Quem disse que somos materialistas? Se nem uma bolsa o namorado quer dar, pode dizer que ama mesmo?
O semblante de Lin Zihan, antes fechado, tornou-se sarcástico ao encarar o rapaz:
— Exatamente! Nem uma bolsa quer comprar pra mim e ainda fala em amor? Vamos terminar!
A declaração pegou o rapaz de surpresa, deixando-o aflito.
— Zihan, eu errei, eu compro, eu compro, está bem? — disse ele, desesperado.
Ela, porém, soltou o braço e resmungou:
— Tarde demais!
O orgulho do rapaz não permitiu que ele se rebaixasse mais. Diante da firmeza de Lin Zihan, seu rosto escureceu.
— Zihan, não faça isso!
— Q